Vereador também pede câmeras em UTIs de Curitiba

Câmara Municipal de Curitiba
Projeto de lei 125/2013

Semelhante a um projeto apresentado na Câmara Federal, o vereador curitibano Dirceu Moreira (PSL-PR) propõe que as Unidades de Tratamento Intensivo (UTI) do município sejam monitoradas por câmeras.

A proposta é reflexo das mortes nas UTIs no Hospital Evangélico de Curitiba, área chefiada pela médica Virgínia Soares de Souza. Ela é acusada pela polícia paranaense de induzir o óbito de seus pacientes nos últimos 7 anos.

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A médica Virgínia Soares de Souza (de azul). Foto: http://veja3.abrilm.com.br

Na proposição municipal, pede-se que sejam instaladas câmeras para cada unidade individualmente. E, assim como no projeto federal, a medida vale para hospitais públicos e particulares.

“O que se pretende é a proteção dos pacientes, bem como dos hospitais e dos profissionais a eles vinculados, pois, caso haja algum questionamento de suas posturas, estes também estarão aptos a produzir provas e exercer a defesa”, justifica o vereador.

A íntegra do projeto de lei 125/2013 – apresentado em 14 de março – está disponível no site da Câmara Municipal de Curitiba.

Depois de mortes em Curitiba, projeto pede câmeras de vigilância em UTIs

Câmara Federal
Projeto de lei 5022/2013

Hospitais públicos e particulares de todo o Brasil poderão ser obrigados a instalar câmeras de vigilância em suas Unidades de Terapia Intensiva (UTIs).

A proposta é do deputado federal Onofre Santo Agostini (PSD-SC), motivado pelas mortes nas UTIs do Hospital Evangélico de Curitiba, capital do Paraná.

A médica Virgínia Soares de Souza é acusada pela polícia de causar o óbito de pacientes desde 2006, quando ela começou a chefiar o setor de internação do hospital.

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Virgínia Soares de Souza. Foto: http://imgs.cmjornal.xl.pt/

“Faz-se necessária a instalação de aparelhos de circuito interno para coibir esse tipo de prática e aumentar a segurança de quem necessita de UTIs nos hospitais públicos e privados do país”, justifica Agostini.

“Ora, se uma simples reclamação de consumidor por telefone pode ser gravada e solicitada, por que não existir uma ferramenta para proteger os pacientes e dar mais qualidade aos serviços de saúde?”, analisa o deputado.

A íntegra do projeto de lei 5022/2013 – apresentado em 25 de fevereiro – está disponível no site da Câmara Federal.