NOME POR LEI: trecho de obra da transposição do São Francisco poderá se chamar ‘Deputado Wellington Landim’

Câmara Federal
Projeto de lei 1912/2015

Ainda inacabada, a obra de transposição do rio São Francisco – prevista para ser entregue até 2017 – já pode ganhar nome, de acordo com o desejo do deputado federal José Airton Cirilo (PT-CE).

Ele deseja homenagear o falecido deputado Wellington Landim. O objetivo de Cirilo é dar o nome de Landim ao trecho do Velho Chico que corta o Ceará.

“Há muitas pessoas com nobres histórias de vida que devem ser mantidas em nossas memórias, como uma maneira singela de expor gratidão, respeito e admiração. Welington Ladim é uma delas”, diz Cirilo em sua justificativa.

“Welington Landim foi um dos maiores defensores da obra de transposição do Rio São Francisco, como parlamentar. presidente da Assembleia Legislativa em dois períodos, puxou debates, fez cobranças às autoridades”, comenta o parlamentar. “Em face dos serviços prestados e luta pela causa, entendemos justa e oportuna a homenagem a este grande cidadão brasileiro, dando seu nome à obra em questão”.

A íntegra do projeto de lei 1912/2015 – apresentado em 12 de junho – está disponível no site da Câmara Federal.

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NOME POR LEI: Vereador quer dobrar nome de viaduto de São Paulo

Câmara Municipal de São Paulo
Projeto de lei 501/2014

O viaduto Santa Ifigênia, um dos mais conhecidos de São Paulo, poderá passar a se chamar “Viaduto Santa Ifigênia Dr. Waldomiro Zarzur“. A vontade é do vereador Adilson Amadeu (PTB-SP).

Na justificativa, o parlamentar justamente não justifica seu projeto e limita-se a comentar a história de Zarzur, cujo pai, imigrante libanês, veio para São Paulo em 1910 encontrar o irmão. “Quando Waldomiro Zarzur nasceu, seu tio já era um comerciante estabelecido no centro de São Paulo e seu pai vendia mercadorias pelas cidades do interior”, escreve Amadeu.

Após citar a trajetória de Zarzur, falecido em 2013, até se formar engenheiro, o vereador cita obras do homenageado na capital, tais como o monumento a Duque de Caxias, a igreja do Paraíso, os edifícios dos hospitais Albert Einstein e Sírio-Libanês, ginásio da Penha, ponte de Guarulhos, velódromo do Ibirapuera, entre outras.

Outro ponto salientado por Amadeu é a empresa de Zarzur. “O Grupo W Zarzur opera em diversos setores, como incorporação imobiliária, construção civil, hotelaria, loteamentos, centros de logística, agronegócios e energia”, aponta o vereador.

A íntegra do projeto de lei 501/2014 – apresentado em 11 de novembro – está disponível no site da Câmara Municipal de São Paulo.

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NOME POR LEI: Lei de Falências pode se chamar “Senador Ramez Tebet”

Senado
Projeto de lei 314/2014

A lei 11.101/2005, sobre falência e recuperação de empresas, poderá ganhar o nome de “Senador Ramez Tabet” caso a proposta do parlamentar Rubén Figueiró (PSDB-MS) seja aprovada. Tebet, falecido em2006, foi relator do projeto na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado.

“O senador Ramez Tebet apresentou um magnífico Relatório, culminando com a formulação de uma emenda substitutiva, contendo duzentos e um artigos, a qual mantinha na íntegra somente oito dos 222 artigos aprovados na Câmara dos Deputados”, justifica Figueiró. “O nobre parlamentar aperfeiçoou os mecanismos de recuperação das empresas e colaborou para o aprimoramento da técnica legislativa empregada no texto”.

A íntegra do projeto de lei 314/2014 – apresentado em 5 de novembro – está disponível no site do Senado.

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NOME POR LEI: Rodovia Walter do Carmo, atual BR-156, no Amapá

Câmara Federal
Projeto de lei 8045/2014

Uma das rodovias mais importantes do Amapá, cruzando 800 quilômetros e chegando à fronteira com a Guiana Francesa, a BR-156 poderá se chamar Walter do Carmo.

A proposta, da deputada federal Fátima Pelaes (PMDB-AP), seria uma forma de homenagear Carmo, uma das pessoas responsáveis pela retomada das obras da rodovia, em 1958, segundo a parlamentar.

“Considerado um desbravador de fronteiras, Walter Pereira do Carmo foi o principal responsável pela pavimentação de quase 100 quilômetros da BR-156”, conta Pelaes. “Como pioneiro, estava presente na viagem que concluiu a chegada dessa rodovia ao município de Oiapoque, no extremo norte do país”.

Em 1952, o paraense Carmo foi convidado pelo governador do Amapá à época, Janary Nunes, para “desenvolver uma série de trabalhos importantes”, conta a deputada. “Ao decidir trabalhar no Estado do Amapá, Walter do Carmo se envolveu com o povo amapaense e a sua participação não se restringiu aos negócios de sua própria empresa, a Construtora Comercial Carmo Ltda. Fundou o Lions Clube de Macapá e o Aeroclube de Macapá, uma das suas paixões”.

Walter do Carmo faleceu em 14 de junho de 2014, aos 84 anos.

A íntegra do projeto de lei 8045/2014 – apresentado em 29 de outubro – está disponível no site da Câmara Federal.

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NOME POR LEI: Batalhão “1° Tenente PM Corpas”, em SP

Assembleia Legislativa de São Paulo
Projeto de lei 450/2013

O 5° Batalhão de Polícia Militar Metropolitana (5° BPM/M) poderá se chamar “1° Tenente PM Júlio César Santos Corpas”.

Na justificativa, o autor do projeto – deputado Olímpio Gomes (PDT-SP) – diz que Corpas “não media esforços no sentido de proteger a sociedade, pois estava sempre presente nas ações de policiamento comunitário, se empenhando e se desdobrando na realização de suas atividades, não permitindo nem mesmo questões relacionadas ao seu horário de serviço, prejudicassem o seu comprometimento profissional”.

Em patrulha, no dia 22 de agosto de 1999, Corpas foi baleado por um suspeito, que seria abordado por sua equipe. Mesmo socorrido, ele não resistiu aos ferimentos e faleceu.

“Durante o breve período de tempo em que exerceu suas funções no 5º BPM/M, o oficial demonstrou os valores e princípios que servem de esteio e norteiam a atuação da Polícia Militar: profissionalismo, legalidade, pró-atividade, esmero, tenacidade, bravura e profundo comprometimento com a instituição policial no seu grau máximo, sendo fiel em seu compromisso de defender a sociedade paulista, meso com o sacrifício da própria vida, exemplo máximo de dedicação”, argumenta o deputado.

A íntegra do projeto de lei 450/2013 – apresentado em 3 de julho – está disponível no site da Assembleia Legislativa de São Paulo.

NOME POR LEI: Rua Oriente Imam Moussa Al-Sader, no Brás, em SP

Câmara Municipal de São Paulo
Projeto de lei 447/2013

Uma das mais populares ruas de comércio da capital paulista não corre o risco de mudar de nome, mas de vê ficar maior. A proposta do vereador Adilson Amadeu (PTB-SP) é tornar a Rua Oriente a Rua Oriente Imam Moussa Al-Sader.

Libanês, Sader é um filósofo e líder religioso que despareceu em 1978. Depois dessa data, nunca mais se soube dele. A suspeita é que Muammar Gadaffi, ditador líbio, tenha ordenado seu sumiço.

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Imam Moussa Al-Sader – Foto: http://previous.presstv.ir

Em nenhum momento, porém, Amadeu explica o motivo dessa homenagem em São Paulo ou alguma relação com a cidade. O nome da capital paulista, por sinal, não é citado em nenhum momento.

A íntegra do projeto de lei 447/2013 – apresentado em 20 de junho – está disponível no site da Câmara Municipal de São Paulo.

NOME POR LEI: Viaduto Frei Galvão, na BR-116, em SP

Senado
Projeto de lei 247/2013

O senador Antonio Carlos Rodrigues (PR-SP) deseja que o viaduto do quilômetro 58 da BR-116 passa a ser chamado de Frei Galvão. A estrutura está localizada em Guaratinguetá, no interior de São Paulo.

Galvão foi o primeiro brasileiro a ser canonizado, a virar santo para a igreja católica.

A paulista Guaratinguetá foi escolhida para a homenageá-lo pois foi a cidade onde o frei nasceu, em 1739.

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Gravura de Frei Galvão – Imagem: http://1.bp.blogspot.com

É de autoria de Frei Galvão a arquitetura do Mosteiro da Luz, em São Paulo. Hoje, o edifício é considerado Patrimônio Cultural da Humanidade.

“Seu relevo humano, artístico, histórico e místico, estampado em traços firmes em sua biografia, atravessa, contudo, as fronteiras das denominações religiosas”, coloca o senador.

A íntegra do projeto de lei 247/2013 – apresentado em 25 de junho – está disponível no site do Senado.